
Prove. Trinta e cinco dias de campanha, trinta partidos, seis segmentos de eleitorado e uma apuração ao vivo que não perdoa erro de cálculo.
Você começa desconhecido. Escolhe um rosto, responde quinze perguntas que definem sua posição no espectro, distribui pontos entre carisma e articulação — e sai atrás de um partido que aceite te bancar. Alguns vão recusar na sua cara.
Comício custa 3 de energia e 500 do caixa. Conversa na praça custa 1 e é de graça. Todo dia você tem menos energia do que ideia — e é aí que a campanha vira decisão.
Periferia, interior, conectados, progressistas, conservadores e elite. Cada ação agrada uns e afasta outros. Ninguém vence agradando todo mundo — nem aqui.
É a moeda que os partidos grandes cobram para te aceitar, e o que sobra de você na eleição seguinte. Sobe com pesquisa, nível e articulação. Cai com desastre.
Quinze perguntas definem sua posição no espectro. Aí você bate na porta de trinta legendas — e elas te olham de cima a baixo antes de responder.
“A experiência ensina a recusar com educação. Seu espectro está fora do nosso alcance.”
“O futuro é digital e você é a prova viva. Bem-vindo ao partido que bugou o sistema.”
Seu número no espectro não é decoração — ele fecha portas.
A praça está cheia e esfriando. Você tem um refrão para acertar o ritmo — ou vai falar para o vazio.
Perguntas por eixo temático, do Congresso à política externa. Sua voz — populista, técnica ou moderada — responde antes de você.
A bancada do âncora não está do seu lado. Nunca esteve.
Seis modos contra gente de verdade. No Debate ao Vivo são sete rodadas de quinze segundos — e a temporada dura trinta dias.
CPI, delação, dossiê. Funciona. Até o dia em que sobra para você.
Boca de urna, virada de mapa e o silêncio de quem ficou em terceiro.
Chegou ao segundo turno? Agora o preço do endosso é você quem paga.
Ministérios, crise internacional, impeachment. Ganhar foi a parte fácil.
Cada uma custa energia, algumas custam caixa, todas mexem em segmentos diferentes.
Cada legenda tem espectro, base eleitoral, bônus de eficácia e um caixa diário próprio. As grandes cobram Capital Político para te aceitar. As pequenas pagam menos e aceitam qualquer um.
Siglas, emblemas, números de urna e bases eleitorais são inteiramente fictícios, criados para o jogo. Nenhum corresponde a partido, candidatura ou pessoa real.
Estratégia, bug, ideia, papo de campanha. Aberto desde já — quem chegar antes do lançamento define a meta.
Cada pull request, cada commit, direto do repositório. Sem release note maquiada.
Um e-mail no dia em que as urnas abrirem. Nada além disso — sem newsletter, sem spam.
Entrar na listaDeixe seu e-mail. Avisamos no dia em que a urna abrir.